Sabia muito pouco sobre a realidade. Cuidava muito dos ratos pretos, das caixas macias e dos dias cinzentos. Era o Elefante Branco e como nas histórias de criança na verdade ele não existe, mas é para representar e só.
Os ratos pretos seguem a mesma lógica anterior. Pouco posso dizer deles. Só existem para dar a falsa impressão do conflito, quando na verdade nem me importa muito te causar desconforto. Nada existe além do papel, todos sabemos.
As caixas macias só são macias em seus interiores. Por fora são forjadas com mais puro ferro e espinhos finos de diamante. Elas existem, porém, em algumas lojinha japonesa de coisas esotéricas. Logo, se existem são metáforas brandas, mais leves que o Elefante Branco inventado. Elas são de Pandora e Sarcasmo. Cuidado! Pode deliciar-se.
Os dias cinzas desempenham explicações sobre a realidade do Elefante Branco que nem ele entende. Eles são o que são, se chocam é por que foram fabricadas para isso cheias de intenção sexual. São de Chocolate crocante. Sempre ajudam a enfrentar com olhos de um pouco mais de beleza, sem óculo escuros, sem maquiagens.
O que dizem do Elefante Branco? Nunca se pode dizer alguma coisa, acredita! Ele fica sempre no outro lado do sonho que é imaginário... Nada se tem a dizer. Nem sei o porquê de ele estar por aqui.
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