Salvador, 26 de Novembro de 2011
Oi meu caro Cínico,
Hoje choveu, mas logo fez Sol. Aí quando te falei sobre o dia se pôr você ouviu o telefone tocar.
No corredor andei - Me senti no meio do mundo - entre aqui e lá...
Quando me deixa bem livre, vibro ao virar o mundo (quero fazer seus mundos vibrarem também). Você as vezes por cima, eu as vezes, por baixo. Aliás, são poucas e parcas vezes que te vejo em frente, fronte a fronte, ante as suas marcas e declarações.
Escuto silenciosamente sua voz quieta, precisamente silenciosa e vou receber suas homenagens, do seu homem mais interior cheio de si, queria que fosse de vidro para que eu possa ver-te.
Verter sua paixão de longe.
Razoavelmente engolir sua razão que me incomoda
Esquecer seus devaneios cheios de mim para que me esqueça como mais de muitas...
Grata
Gabriela e Muitos outros...
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